Certeza?



O final de semana ia se aproximando, e todo o desejo de algo diferente a ser feito, foi por água abaixo, com a divulgação de mais dois dias (sábado e domingo), repletos de chuva e grande probabilidade de tempestade em São Paulo. Ai que droga..., eu não acredito! Vinha da frente fria chuvosa do sul, muita água, subindo lentamente em direção ao sudeste.
Amanhecemos com nossa filhotinha de 8 anos passando mal, e o início do sábado foi conturbado pela sua alta febre, e vários sintomas de? gripe suína. Depois do almoço, e de planos para se necessário tomarmos as providências que isso acarretaria, foi minha esposa para o hospital. Retornou felizmente com remédios para uma faringite e sinusite conjugadas. Alarme falso. Ainda bem.
A poucos instantes, depois da sessão de filme na madrugada (muito bom por sinal) - Duplicidade - , antes de subir para dormir, minha cadela labradora, com aqueles meigos olhos, sentou na porta de saída para a garagem, como me pedindo, abra ou não me responsabilizo por meus dejetos. Destranquei a porta, três trancas e desativei o alarme. Fui para a garagem com ela, apontei para o local de desova, e ela me rodeou, investigou a garagem toda, e deitou-se perto do carro, longe do local preferido para vocês sabem o que.
Olhei para o céu, tinha as poucas estrelas comuns à vista noturna de São Paulo (grande São Paulo, pois resido em Santo André), com algumas núvens rápidas, encobrindo o azul celeste iluminado pela cidade. Nem uma gota de chuva no dia todo...
Me dei conta de quantas incertezas existem na lista de certezas aceitas ou que aceitamos crer. Achei pertinente rir de mim mesmo, em conjunto com quem quer que acompanhe meus escritos.

Liguei o computador para não perder a piada, e utilizei para tal, a senha de acesso ao mesmo, que é o nome  feminino do filho caçula, que foi escolhido, e sustentado até o meio do sétimo mês de gravidez, com direito a chá de bebê em bar temático de motociclistas, e todos amigos presentes, para logo depois sabermos tratar-se de um varão e não uma donzela, que com certeza ria-se dentro do ventre materno, de tanta confusão do médico.
Este erro só não foi mais estranho, do que a primeira gravidez de minha esposa, que só na hora do parto, soube se tratar de uma menina, ao invés do menino jurado e sacramentado pelo médico, a peso de rasgar seu diploma. A mesma menina que sábado amanheceu com alta febre. Pois é, dois erros de interpretação de sexo na mesma parturiente.
O mais engraçado porém, é você, lendo esta matéria, pensando tratar-se de motociclismo, ou viagem, no blog do Tuco motociclista, mas depara-se com um texto, onde consigo rir de mim mesmo, e da bobagem de acharmos certo, o que realmente é-nos incerto.
Certeza tenho apenas que o certo é apenas o que de concreto acontece, e não o que esperamos ou predizemos que ocorrerá.
Boa noite.


Comentários

  1. Oi papi!
    A-do-re-i o post. Aliás, adoro quando você está de bom humor...

    Beijos Filhota Lala

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