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Por que?

Pru quê Pru quê tu chora, pru quê? Pru quê teu peito saluça e o coração se adebruça nos abismo do sofrê? Tu pode me arrespondê? Pru quê tua arma suzinha pelas estrada caminha sem aligria mais tê? Pru quê teus óio num vê e o coração não escuita no sacrificio da luita este cunvite a vivê? Eu te prugunto, pru quê? pru quê teus pé já sangrando cuntinua caminhando pela estrada do sofrê? Pru quê tua boca só fala das coisa triste da vida que muita veiz esquecida dentro do peito se cala? quando o amô prefume exala pru quê tu mata a simente dessa aligria inucente que no seu sonho se embala? Pru quê que teu coração é cumo um baú trancado e dento dele guardado só desespero e afrição Pru quê num faiz meu irmão uma limpeza la dentro varrendo cô pensamento os ispim da mardição? Pru quê tu véve agarrado nas asa desse caixão que carrega a assumbração desse difunto, o passado? Se tu já véve cansado, interra todo o trumento na cova do isquicimento pra nunca mais s

Hino da Umbanda

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O Hino da Umbanda foi composto na década de 60, por um cego, que em busca de sua cura foi procurar ajuda do Caboclo das Sete Encruzilhadas. Não conseguindo por ser sua cegueira kármica, fez o hino da Umbanda para mostrar que poderia ver o mundo e nossa religião de outra maneira. Embora não tenha conseguido sua cura, ficou apaixonado pela religião.. As iniciais de seu nome J. M. Alves, e segundo consta já desencarnou e infelizmente não existem registros sobre seu nome completo. Apresentou o Hino ao caboclo das Sete Encruzilhadas que gostou tanto que resolveu apresentá-lo como Hino da Umbanda. Em 1961, no 2º Congresso de Umbanda, presidido pelo Sr. Henrique Landi, o hino foi oficialmente adotado como oficial da nossa amada Umbanda. Seu nome é José Manuel Alves, nascido em 05/08/1907, em Monção, Portugal. Era musico, tocava clarinete. Com pouco mas de 20 anos veio para o Brasil, morar no interior e no mesmo ano veio para a capital, ingressando na banda da Força Pública, onde ocupou v

O que falta na Umbanda...

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O que Falta na Umbanda? Dia destes, ao final de uma gira de desenvolvimento mediúnico, manifestou-se Pai João de Angola, o Preto Velho regente da casa. Como de costume, acendeu seu cachimbo, cumprimentou os presentes e chamou todos para bem perto dele e após se acomodarem ele pediu que todos respondessem uma pergunta simples: “ – Do que a Umbanda precisa?” E assim um a um foram respondendo: " – Mais união...” “ – Mais estudo...” “ – Mais divulgação...” “ – Mais respeito...” “ – Mais reconhecimento...” Mais, mais e mais... Após todos manifestarem suas opiniões, Pai João sorriu e disparou: “ – Muito se diz do que a Umbanda precisa, não é? E eu digo que a Umbanda precisa de Filhos!” Silêncio repentino no ambiente. Naturalmente os filhos ficaram surpresos e ansiosos para a conclusão desta afirmação. Pai João pitou, pensou, pitou, sorriu e continuou: “É isso, a Umbanda precisa sobretudo de FILHOS. Porque um filho jamais nega sua mãe, sua origem, sua natureza. Quando alguém ques

Umbanda é para poucos...

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  Sergio Constantini, 23 de outubro às 19:39 Reflexão de Terreiro Quem não esta para doar também não esta para receber... Todos querem... Todos querem incorporar o erê mais fofo, o caboclo mais forte, o pai-velho mais sábio, o exu ou pombogira mais temível. Poucos incorporam as doutrinas, os ensinamentos, os alertas, os conselhos, as recomendações... Todos querem fazer trabalhos nas matas , nas praias, nas montanhas, nos rios , nas estradas, no cemitério. Poucos querem varrer o chão, tirar o lixo, lavar a louça, arrumar as cadeiras, justamente no terreiro onde os Orixás, Guias e Protetores trazem sua luz... Todos querem trabalhar com oferendas de velas, ervas, alguidares, cachaça, elementos mágicos. Poucos querem raspar a tábua, esvaziar os cinzeiros, lavar os alguidares, raspar o respingo de vela.. Todos querem aprender mirongas, banhos, encantamentos, fórmulas, pontos riscados. poucos querem respeitar a hierarquia, acatar as normas, saudar e respeitar o chão santo...

Finalidades da mediunidade...

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O Espiritismo e a Umbanda existem para desenvolver médiuns?, por Jefferson Viscardi Resposta de Jefferson Viscardi* a um pedido de esclarecimento. ​ Buscador : Eu quero desenvolver minha mediunidade porque eu sei que tenho a capacidade de aprender mais e mais com as entidades e também porque Padilha e Tranca Ruas já me ajudaram muito e eu quero em troca ajudar as pessoas. Quero mostrar que a Umbanda é bonita e o terreiro é humilde. Quero colocar as pessoas no caminho certo! O que devo fazer? Jefferson Viscardi: Há tanto que eu gostaria de falar a esse respeito, mas acredito que não é o momento. Nossos sentimentos ainda estão muito destreinados para olhar a realidade sem as cores, odores e sons fabulosos que nossa mente faz crer existirem ao ego. Se o fizesse, correria o risco de ativar gatilhos condicionados que em troca me valeriam mais indisposição de quem lê do que amizade. E essa deixaria de ser uma comunicação harmoniosa. Nossa sociedade vive e

Mãe Oxum, Mãe de Jesus...

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Desabafo ácido de verdades em tom humorístico... sobre algumas igrejas evangélicas.

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Desabafo bem ácido, mas cheio de propriedade e verdades... Vale muito a pena assistir!!!

Vídeo da NASA - Sol

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Boi Caprichoso Campeão de Parintins 2017

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O Festival de Parintins é considerado uma das maiores festas regionais do país e ocorre na cidade de Parintins - Ilha Tupinambarana - a 420 quilômetros de Manaus. Os festejos, comparados aos grandes carnavais do Brasil, são realizados no último fim de semana de junho desde 1965 e atraem milhares de visitantes. Durante o festival é apresentada a rivalidade entre dois grupos que encenam nas ruas o folclore do boi-bumbá, variação do bumba-meu-boi dos estados do nordeste. Boi Garantido, de cor vermelha, e Boi Caprichoso , de cor azul, representam lendas folclóricas que contam a história de Catirina, que durante a gravidez tem desejo de comer língua de boi, e de seu marido Nego Francisco, que após matar o boi do patrão para satisfazer o anseio de sua esposa, o ressuscita com a ajuda de um pajé. Estes personagens do folclore brasileiro são homenageados a cada ano através de toadas, cantigas que refletem as peculiaridades regionais, e de grandiosos desfiles com alegorias de 40 metros de c

Brasileiro!!!!!

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- Internacionalização da Am az ôn ia - Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque (PT), foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta: "De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo e risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petról

História

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História  "As oferendas deixadas nas encruzilhadas era uma forma de os negros alimentarem seus irmãos escravos que estavam fugindo dos feitores. Eles escolhiam lugares estratégicos por onde escravos fugitivos passariam e colocavam comida pesada; carne, frango e farofa porque sabiam da fome e dos vários dias sem comer desses indivíduos e deixavam também uma boa cachaça pra aliviar as dores do corpo e dar-lhes algum prazer na luta cotidiana. As velas eram postas em volta dos alimentos pra que animais não se aproximassem e consumissem o que estava reservado para o irmão em fuga e aí surge o que todos conhecem como macumba.  O rito permanece sendo realizado pelas religiões afro como forma de agradecimento e pedidos aos seus ancestrais e em homenagem a seus santos. A cultura branca e eurocêntrica foi quem desvirtuou a prática, para causar medo, terror e abominação e reforçar os preconceitos e discriminações contra os negros. Não tenho religião e não pratico nenhum culto mas go

Discurso de índio pataxó...

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Leia abaixo a íntegra do discurso do índio pataxó da Redação "Hoje, é esse dia que podia ser um dia de alegria para todos nós. Vocês estão dentro da nossa casa. Estão dentro daquilo que é o coração do nosso povo, que é a terra, onde todos vocês estão pisando. Isso é nossa terra. Onde vocês estão pisando vocês têm que ter respeito porque essa terra pertence a nós. Vocês, quando chegaram aqui, essa terra já era nossa. O que vocês fazem com a gente? Nossos povos têm muitas histórias para contar. Nossos povos nativos e donos desta terra, que vivem em harmonia com a natureza: tupi, xavante, tapuia, caiapó, pataxó e tantos outros. Séculos depois, estudos comprovam a teoria, contada pelos anciões, de geração em geração dos povos, as verdades sábias, que vocês não souberam respeitar e que hoje não querem respeitar. São mais de 40 mil anos em que germinaram mais de 990 povos com culturas, com línguas diferentes, mas apenas em 500 anos esses 999 povos foram reduzidos a menos d

Você fazendo magia...

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O poder de um “bom dia” …   Quando desejamos um "bom dia" ou dizemos um "grato", estamos fazendo magia. É um processo de mover energias, desde o desejo do espírito até a vocalização e expressões que demonstram nosso querer através do corpo material que utilizamos, estamos movimentando energias que nos envolvem e são transmitidas a aqueles que são direcionadas. O que é verbalizado tem um peso mas a real influência é o desejo, intenção e sentimentos envolvidos. A influência e efeitos construtivos são transmitidos e o mesmo ocorre com raiva, ódio, inveja e agressões. Sempre somos agraciados ou prejudicados a depender do tipo da magia que nós mesmos manipulamos. A semeadura é de nossa escolha, a colheita é obrigatória.

Jesus fornecendo germes de aprendizado...

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O reaparecimento de Jesus após sua crucificação, foi o germe da compreensão da vida espiritual, sua continuidade, também o germe da mediunidade aparecia para as mentes ainda despreparadas, pelas "línguas de fogo" na reunião de apóstolos, e estes falando em línguas diversas. Conceitos longe da plenitude do entendimento na época.  A materialização de Jesus porém veio trazer confusão por causa do desaparecimento do corpo, acreditando-se ainda hoje por muitos, na ressuscitação do corpo, quando o real acontecimento foi a materialização de Seu Espírito.  Tudo a seu tempo, esperando mais aprendizados e esclarecimentos, compreendido por uns, não aceito por outros. Esta postagem, foi idealizada por motivo do advento da época das celebrações de páscoa. Devo ressaltar que a páscoa nada tem a ver com a "ressurreição" de Jesus. Páscoa é uma festividade judaica comemorativa à saída do estado escravo do Egito do povo judeu. Coincidentemente, nesta época deu-se o martírio,

Pilares regendo nossa vida...

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Quais os pilares que dão sentido à nossa existência? Como compreender, aprender, analisar e compreender nossa jornada e necessidade evolutiva? Aonde buscar o equilíbrio e clareza para poder prosseguir em nossa caminhada? Babalaô Sérgio Constantini, dirigente da Casa de Umbanda Águas de Oxum, nos esclarece e convida para a reflexão. Tenhamos um exemplo para ilustrar a linha de pensamento proposta por Sérgio: Duas pessoas com iguais atitudes, com mesmo louvor e dedicação ao Criador, suplicam ajuda para transpor um mesmo problema enfrentado na vida, um é auxiliado e o outro não. Como se sentiria aquele que não obteve ajuda? Revolta, negação da fé, incredulidade? Não, não é passível de se visualizar os atos de Zambi, como prevalecendo a ajuda a uns e negando-a a outros. Como Nosso Criador, fonte de amor Divino e incondicional poderia eleger a uns, menosprezar a este ou aquele? Realmente esta possibilidade é absurda e não faz parte da amorosa relação de Criador e seus fil